sábado, 21 de junho de 2014

HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE – PARTE 1


HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE – PARTE 1 
         “Harry Potter e as relíquias da morte – parte 1” pode se dizer que o filme funciona como pausa para o grande evento do próximo filme, afinal, antes da tempestade possui um período de calmaria.
         Filme não possui mais um prologo, como os anteriores, já começa, praticamente, após os eventos do filme anterior. Harry não vai voltar para a Hogwarts, pois foi dominada por Voldemort e a única forma de acabar com ele são conseguindo as seis partes do Horcruxes. Por isso Harry, Rony e Hermione vão atrás das peças, que a primeira parada fica no ministério, para depois combater o Voldemort.
         Depois de escaparem do ministério, o filme possui um novo ritmo, sai das perseguições sem pausa, que estava inclusa desde o inicio da projeção, para uma “calmaria”, que funciona para fechamento de uma série, sempre colocada no penúltimo capitulo. Nessas cenas possui, talvez, as melhores cenas do trio de amigos, brigas, conversas, volta ao passado e uma fantástica dança entre Harry Potter e Hermione Granger, funciona como fortalecimento entre eles, pois cada um precisa lavar a roupa suja antes da grande batalha. Rony precisa acreditar mais nele próprio e perde o ciúme que possui do amigo; Hermione, a mais madura dos três, precisa esquecer o passado; e o Harry Potter precisa confiar mais nos amigos.
         Pela primeira vez na franquia, o filme não se passa em Hogwarts, somente no final do filme que os personagens voltam escola. Mas a direção de arte do filme continua incrível com locais destruídos e sem vida, e quando Harry visita a sua casa, onde seus pais foram mortos, e Hermione visita onde passou sua infância com os pais ambos os locais estão coberto com neve, mostrando que são mais bem recebidos naqueles lugares.
         David Yates virou um ótimo diretor para final da franquia, enquanto os outros filmes tinha um alivio cômico mesmo no cenário sombrio, Yates gosta desse cenário, deseja que o público se assuste com o novo ambiente plantado pela franquia, anseia que o telespectador tenha medo Voldemort. É por isso a alteração mostra a evolução da série; primeiros filmes alegres; depois sombrios, mas com alívios cômicos e agora a fase David Yates.
         Com um figurino simples do trio principal na maioria do filme, principalmente nas cenas que mencionei acima, se aproxima muito do mundo que vivemos, por isso será difícil algum fã da franquia não chorarem nas cenas da pré-despedida da série, principalmente na minha cena favorita, dança entre Hermione e Harry. 

         Falta somente mais um filme para terminar uma história de dez anos de magia, quadribol, poções e principalmente amizade. O próximo da série merece um final em alto nível, o mínimo que espero da série.

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