terça-feira, 8 de julho de 2014

A DUQUESA

                                                    A DUQUESA
Durante a projeção se torna monótona e sem graça, mas em alguns momentos consegue cativar o telespectador pela história de Georgiana Spencer.
A história mostra a vida de Georgiana Spencer, casou aos 18 anos com o duque de Desvonshire, que queria muito ter um herdeiro, mas Georgiana somente deu a luz para duas meninas. Desvonshire ficando nervoso com a situação, e para piorar nenhum dos dois tinham nada em comum, com isso o casamento do dois aos poucos vai se desmoronando. No mesmo período do fracasso do casamento; Georgiana começa um caso com o Charles Gray, pessoa que é apaixonada; e o Duque fica com a melhor amiga da Duquesa, Elizabeth Bess Foster.
Infelizmente o filme ficou sem ousadia. A direção de Saul Dibb é simples, possui apenas dois planos; quando foca nos personagens e afastando a câmera para mostrar lugares, castelos ou jardins. A história não possui um foco; em alguns momentos a trama se fica do lado pessoal da personagem principal, outras ficam no lado politico (mal aproveitado) e em outros se foca no casal e na amizade com Bess. Para piorar, ainda possui uma trilha sonora sem emoção, assim como o próprio filme, que nunca consegue ter uma composição interessante.
Filme em poucas vezes se passa fora do castelo, contudo quando faz um turno pela cidade se percebe o trabalho competente da direção de arte. O figurino sempre muito bem presente durante quase duas horas, mostrando e melhorando muito a experiência da longa metragem.

E com uma atuação muito boa do Ralph Fiennes, filme consegue surpreender em alguns momentos, mas na maioria das vezes se torna cansativo pela falta de opinião e foco. Georgiana Spencer possui uma história muito interessante para ter um filme regular para representa-la. 

quinta-feira, 3 de julho de 2014

PIRATAS DO CARIBE NO FIM DO MUNDO

                          PIRATAS DO CARIBE NO FIM DO MUNDO 
A terceira parte da trilogia poderá ser considerada um banho de água fria após assistir o “baú da morte”, por ser o filme com menos cenas de ação da trilogia, mas o filme ainda possui ótimos fechamentos de personagens, uma trama maior e muita divertida.
Depois de o almirante Norrigton entregar o baú da morte para Lorde Beckett; mesmo fica no controle do Davy Jones, por sua vez controla o Holandês voador, com isso consegue controlar todos os mares. No mesmo período, William Turner, Elizabeth e o capitão Barbosa decidem ir ao fim do mundo buscar o Jack Sparrow, para conseguir reunir o nove “lordes piratas” e libertar a deusa Calypso.
No filme passado o roteiro era muito dinâmico, mas nessa aventura se perde nesse quesito, filme tem tanta trama para serem apresentados, tantos novos personagens e ainda expandir o universo mais que o filme anterior, por isso quando era para estar na ação do filme ainda continua explicando tramas internas e mostrando uma das milhares traições do filme. Por sorte, embora perdendo a dinâmica, nunca se perde na coerência, todas as explicações são validas para o universo que já tinha sido criada pela dupla de roteiristas.
Sendo o maior orçamento da trilogia, filme possui vários cenários lindos e efeitos especiais incríveis; a cidade de Cingapura é muito detalhada (já que ela foi recriada) e os efeitos do final na última batalha (a única da longa) é o auge da trilogia, com a melhor luta dos três filmes.
 Gore Verbinski, diretor de toda a trilogia, consegue fazer varias rimas visuais durante o filme. Possui rimas do próprio filme, no começo do filme o ataque das companhias orientais e idêntica com o final da projeção; como também possui do baú da morte e até da primeira aventura do Capitão Jack Sparrow.

Filme consegue agradar muito, possui um ótimo fechamento de trama do trio principal, gosto muito como tudo termina com o casal do filme. Vai agradar muito aos fãs dos dois primeiros filmes e digo que a segunda vez que assistir “no fim do mundo” a experiência consegue ser ainda melhor.   

terça-feira, 1 de julho de 2014

PIRATAS DO CARIBE E O BAÚ DA MORTE

                         PIRATAS DO CARIBE E O BAÚ DA MORTE 
O primeiro piratas do caribe se tornou uma tarefa divertida de assistir. Logo que o filme foi uma das maiores bilheteria do ano, a continuação já estaria sendo pensada, e ao contrario de varias continuações por ai, Baú da morte consegue ser superior ao seu antecessor, graça a sua trama mais ousada.
Filme começa na interrupção do casamento de William Turner e Elizabeth Swann. O novo personagem, Lorde Bobson Cutler Beckett, das companhias das índias orientais, possui ordem para prender o casal, pelo motivo de ter salvado o Jack Sparrow (acontecimentos do filme anterior). Mesmo decidi soltar o Turner para buscar o item que o pertence que permanece nas mãos de Sparrow. Durante o período Sparrow encontra-se preocupado, pois possui uma divida que precisa pagar para o terrível Davy Jones.
Filme possui varias melhoras do anterior, mas uma das grandes melhoras ocorre no roteiro da dupla Ted Elliot e Terry Rossio. Roteiro consta com vários grandes acontecimentos ao mesmo tempo, fica muito bem explicado com tramas que juntam aos poucos, que nunca se encontram por acaso. O roteiro também já dá algumas dicas do próprio filme e do final desse, na casa da Tia Dalma consta o Barbosa deitado na cama, porém somente a parece as botas dele e o Jack (macaco) olhando seu dono. A dupla também consegue nunca perde o ritmo frenético do filme.
Direção de arte continua impecável, que continuara também até o final da trilogia. Com ótimos cenários antigos e novos. O navio de Davy Jones têm característica única, que no anterior somente tinha no pérola negra. As locações – graças ao orçamento maior – também houve um aumento, desde ilha de canibais e a ilha desertas; a locações já conhecidas, ilha natal do casal do filme a tortuga.
Continuando com a belíssima atuação de Sparrow, Depp continua sendo o maior atrativo da longa metragem. Novos vilões conseguiram dar uma identidade para cada personagem. Já a dupla romântica, do filme anterior, tem uma melhora muito grande, visto que os personagens ficaram mais complexos nessa continuação.
Filme continua com efeito visuais muito superior ao “Maldição do Pérola Negra”, por isso as cenas de ação ficaram melhores; exemplo dos tripulantes do pérola negra escapando dos canibais; briga entre o trio na ilha deserta é só parando numa roda gigante; e no último ataque do bicho de estimação de Jones. Todas as cenas estão perfeitamente coreografadas, melhorando muito a experiência.

Ainda constando com a trilha sonora com poucas músicas inéditas, mas as novas conseguem estar no mesmo nível do filme anterior. “Baú da Morte” é um filme superior, que será difícil não se encanta pelo universo dos piratas da Disney, ainda mais agora que o universo foi ampliando com esse filme.