quinta-feira, 3 de julho de 2014

PIRATAS DO CARIBE NO FIM DO MUNDO

                          PIRATAS DO CARIBE NO FIM DO MUNDO 
A terceira parte da trilogia poderá ser considerada um banho de água fria após assistir o “baú da morte”, por ser o filme com menos cenas de ação da trilogia, mas o filme ainda possui ótimos fechamentos de personagens, uma trama maior e muita divertida.
Depois de o almirante Norrigton entregar o baú da morte para Lorde Beckett; mesmo fica no controle do Davy Jones, por sua vez controla o Holandês voador, com isso consegue controlar todos os mares. No mesmo período, William Turner, Elizabeth e o capitão Barbosa decidem ir ao fim do mundo buscar o Jack Sparrow, para conseguir reunir o nove “lordes piratas” e libertar a deusa Calypso.
No filme passado o roteiro era muito dinâmico, mas nessa aventura se perde nesse quesito, filme tem tanta trama para serem apresentados, tantos novos personagens e ainda expandir o universo mais que o filme anterior, por isso quando era para estar na ação do filme ainda continua explicando tramas internas e mostrando uma das milhares traições do filme. Por sorte, embora perdendo a dinâmica, nunca se perde na coerência, todas as explicações são validas para o universo que já tinha sido criada pela dupla de roteiristas.
Sendo o maior orçamento da trilogia, filme possui vários cenários lindos e efeitos especiais incríveis; a cidade de Cingapura é muito detalhada (já que ela foi recriada) e os efeitos do final na última batalha (a única da longa) é o auge da trilogia, com a melhor luta dos três filmes.
 Gore Verbinski, diretor de toda a trilogia, consegue fazer varias rimas visuais durante o filme. Possui rimas do próprio filme, no começo do filme o ataque das companhias orientais e idêntica com o final da projeção; como também possui do baú da morte e até da primeira aventura do Capitão Jack Sparrow.

Filme consegue agradar muito, possui um ótimo fechamento de trama do trio principal, gosto muito como tudo termina com o casal do filme. Vai agradar muito aos fãs dos dois primeiros filmes e digo que a segunda vez que assistir “no fim do mundo” a experiência consegue ser ainda melhor.   

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