quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Blindspot voltando aos bons momentos (primeiros 3 episódios da terceira temporada)

Depois de um segundo ano fraco, juntando com o epilogo da segunda temporada horrorozo. O entusiasmo para o terceiro ano era pouco, bem diferente do final do primeiro para o segundo. Mesmo assim eu assisti os três primeiros episódios e para minha alegria, terceira temporada começou bem.
O primeiro episódio é o mais fraco dos três, a tipica movimentação que no final leva para o mesmo lugar. Ainda sim, episódio possui retorno de alguns dos melhores personagens de série: Rich Dotcom (entra para equipe principal); e Roman volta querendo vigança.
Segundo episódio, a série volta ao seus casos da semana, dessa vez bem conduzido e ainda com uma subtrama com foco no Roman; movimentando a trama principal da temporada.
O terceiro capitulo o foco muda para os dois personagens Hacker da equipe, embora o final do episódio não sendo tão interessante quando os dois primeiros atos, não deixa de ser um episódio divertido com otimo ritmo.
O segundo e terceiro episódios, apresentam o melhor da série, caso da semana com ótima estrutura e episódios que não depende de trama grandiosas como foi o segundo ano. Até mesmo a estreia deixa a impressão de que as novas tatuagens são apenas uma vingança de Roman contra a sua irmã.
Não sei se a série continuara trazendo episódios divertidos, se terá uma melhora ou piora daqui para frente; mas esses primeiros capítulos deixa confiante para o que vem a seguir. Resta torcer para Martin Gero não se perder no restante da temporada.


terça-feira, 10 de novembro de 2015

QUANTO MAIS QUENTE MELHOR



QUANTO MAIS QUENTE MELHOR *****


Sem nenhuma dúvida o Billy Wilder é um dos melhores roteiristas que passaram por Hollywood. Desde seus filmes cômicos a dramas, o diretor e roteiristas consegue deixar sutilezas e complexidades em seus filmes em algumas piadas e frases, sem dar ao ar de grandeza, mas utilizando pequenos momentos para se mostrar seu verdadeiro talento.
“Quanto Mais Quente Melhor” entra tranquilamente entre seus melhores filmes, já que seu “Time” de humor nunca esteve melhor. Piadas como o tipo de sangue dos dois protagonistas são repetidos durante o filme cada vez de maneira diferente e aumentando ainda mais atenção do público em prestar atenção em cada frase.
O roteiro é ágil, em poucos momentos não terá uma piada para manter o ritmo, mas também em nenhum momento o filme tenta forçar em ser engraçado, “Quanto mais quente melhor” simplesmente é engraçado. Com trio de atores impressionante, cada um consegue dar vida ao filme e aos momentos proporcionado por Wilder.
Marilyn Monroe provavelmente está em seu melhor papel e Wilder sabe utilizar atriz e sua sensualidade sem soar agressiva. Ainda a mesma possui grandes momentos no filme, como sua primeira aparição e toda a sequência na viajem de trem. Os outros dois atores (Tony Curtis e Jack Lemmon), não ficam na sombra da atriz, carregando papeis muito diferente entre eles e sabendo dividir muito bem o protagonismo. 

Sem dúvida um filme obrigatório para qualquer amamente do cinema e um dos melhores longa-metragem de todos os tempos. Pode não ser o meu filme do Billy Wilder favorito (esse título ainda fica com Se meu apartamento falasse), mas é engraçado e complexo desde de seus momentos iniciais até a última piada; aliás, o filme consegue terminar com a melhor piada do filme, provavelmente sendo um dos poucos exemplares que consegue essa proeza. 

THE GOOD WIFE 7X5

Iniciando o episódio com um belo plano sequência, indo do celular da cliente e passando por todos os integrantes da nova firma da Alicia, The Good Wife já deixou grande diferencial em menos de um minuto de episódio e mostrando o grande abismo que possui entre a série escrita pelo casal King e as demais.
Caso dessa semana foi sem dúvida o melhor dessa nova temporada: mais profundo, melhor trabalhado, com reviravoltas e destaques maiores dos que os anteriores, sem dúvida poderá ser um grande ponto de partida para a melhoria do sétimo ano.
Tanto os novos personagens ganharam destaques nas suas funções, como próprio Eli e a firma antiga entre o embate de Cary com Howard. As duas tramas, embora diferentes, tiveram ligações com as transações de cenas (minha favorita foi da mesa) e temas abordadas em terminadas cenas.
Embora a antiga Lockhart & Gardner não tendo uma subtrama tão interessante como da Alicia, sendo até inferior e indo para o lado do humor; dando a impressão que a série está perdida com seus personagens mais antigos. Trama dessa semana continuou o embate entre os dois personagens, que creio eu, não terminara dessa forma, afinal com essa troca de ofensa espero que tenha mudanças no decorrer desse ano para justificar o grande tempo que a firma ganha a cada episódio.
Se os antigos companheiros da nossa protagonista estão perdidos em brigas sem lógica, Eli possui provavelmente um dos seus melhores conflito desde o início do show. A sua eterna vingança poderia ter acabado nesse episódio, mas o capítulo dessa semana deixou claro que Eli nunca ficou tão focado em destruir a carreira do seu antigo companheiro e até largando uma nova proposta de emprego. Eli pela primeira vez, em sete anos, possui um arco apenas dele e sem dúvida, com várias saídas de atores e perda de destaque de outros, chegou o momento dele em ganhar mais tempo em tela.
Mas o episódio não seria o melhor da atual temporada caso a equipe de Alicia tivesse uma participação ruim nos quarenta minutos. Caso da semana pode não ter tido as melhores discussões, contudo foi o que possui melhores resoluções, diferentes dos episódios onde no último minuto alguém soltava alguma informação idiota para ganhar o caso. O episódio era necessário mostrar a dinâmica do novo time de Alicia, foco no caso e as reviravoltas que teve foram fundamentais para isso.
Com uma bela direção e um roteiro competente, The Good Wife exibi seu melhor episódio da temporada. Entretanto o sétimo ano, com seus temas, construções de personagens, conflitos que possuem e entrada de novos, fica a sensação de mais uma temporada e não acredito que será a última, aliás o sexto ano tinha mais clima de temporada final que atual.
No geral, o quinto episódio peca por estar numa temporada estranha que seria melhor encaixada como o terceiro do que o sétimo. Mas relevando esse grande detalhe, se mostra um belíssimo episódio que a parti dele poderá acontecer mudança significativas que esperamos. 


quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Supergirl Piloto




SUPERGIRL **
No primeiro episódio de Supergirl, única evidencia e as suas falhas. Mostrando poucas, ou nenhuma, qualidade durante os 40 minutos iniciais; e já caminhando para mais uma série procedural sem nenhuma novidade ou inspiração para existir ou até mesmo ser assistida.
Nos primeiros minutos, o nova aposta da CBS apresenta sua personagem principal e o motivo de não cair na terra no mesmo tempo do seu primo, com uma narrativa em off preguiçosa e ridícula. Logo em seguida, o roteiro também justifica que a personagem de início deseja ter uma vida comum, sem a atenção que seu primo mais novo passou a receber.
No episódio são apresentados os principais personagens, sua irmã séria e sem nenhum carisma, sua chefe que banha clichês, colega de trabalho (que claro) está apaixonado por ela e o príncipe encanto que aparece como o novo repórter.
O roteiro não possui nada que possa tentar prender a atenção; caso já tenha assistido algum filme ou série de super-herói ficará familiarizado com as situações vividas pela protagonista. A falta de criatividade fica a mostra do telespectador, a trama não consegue criar cenas interessantes, com momentos intensos e divertidos.
Notasse o fracassado encontro amoroso da garota que se passa em poucos minutos e o relacionamento com seu colega e com a sua irmã; são apenas alguns dos exemplos que a série não possui preocupação em criar um roteiro agradável. Piloto de Supergirl acredita que é o suficiente para entendermos que personagem A é irmã, B é colega e apaixonado e C é a chefe idiota. Não mostrando relações ou criando plots novos. Infelizmente Supergirl decidi ir para o caminho já percorrido por outras séries e se contentado com o básico apresentado.

Supergirl pode se torna uma boa série com uma personagem feminina que poderá se tornar uma referência, mas terá que percorrer caminhos mais ousados. Agora somente aguardar os próximos episódios e torcer que o piloto vire uma exceção e não o padrão mostrado.

sábado, 18 de abril de 2015

Por Enquanto Arrow Terceira temporada

Arrow Terceira temporada por enquanto
Faltando poucos episódios para terminar a temporada mais problemática da série, a visão geral do maior problema cada vez fica mais clara. Com o sucesso do spin-off do “The Flash”, o maior sucesso do canal, agora a CW vai querer aumentar seu cardápio de séries do gênero e “Arrow” será em maior escala em iniciar novas séries do que melhor trabalhar a sua própria.
Além desse megaproblema implantando pelo canal; Arrow continua suas derrapadas em flashbacks inúteis, diálogos muitos expositivos e falta de construção de arcos. No segundo ano – melhor até o momento – esses problemas tinha diminuído, mas o que não veio na temporada passada veio em dobro na atual, já que não possui coadjuvantes como Sarah e o vilão Slade, que conectava os flashbacks com o que aconteceria em Starling City.
Dizendo sobre o arco principal do ano três, o show pela primeira vez, não possui arco com começo, meio e fim. Criando momentos de puro esquecimento e já mostrando em sequência algum outro totalmente diferente. O vilão – mais poderoso que seu antecessor –, não consegue estabelecer a mesma potência, por não manter o mesmo tempo em tela e rara as vezes está em ação.
Personagens principais continuam sem complexidade nenhuma e sempre quando possui algum obstáculo fica chorando para algum outro personagem, Laurel e a Felicity ficaram especialistas na situação. Ainda, a falta de coerência de Laurel e Thea conseguirem lutar contra bandidos armados depois de 7 meses de treinamento, sendo até uma opção melhor do que Diggle que possui treinamento militar, deixa claro a fragilidade (ou preguiça) do roteiro em criar tramas e ter que esperar até elas fazerem sentido.
Momentos e episódios bom podem até existir (luta entre o Oliver e Ra’s Al Ghul), mas são tão poucos e rápidos que são completamente apagados do seu pior ano. Os roteiristas sabem aonde querem ir, porém a previsibilidade da trama tira o charme que a série poderia ter. Então perto do final não acredito que poderá ter melhora dos capítulos, mas só aguardar seu terrível final para torcer que aconteça melhorias na quarta temporada.

Voltando de onde não deveria ter parado

Sim, fiquei um bom tempo parado, mas voltarei aos poucos e continuarei a colocar algumas opiniões sobre filmes e séries que estou assistindo no momento. Durante o grande período que parei com as críticas, aumentei a quantidade de séries da minha grade, que atualmente possui mais de 30 séries, que tenho como favoritas a Person of Interest, Mad Men e The Good Wife. Começarei a postar no momento a minhas opiniões do andamento das séries que estou assistindo para comentar às season finale que aconteceram no mês que vem. Por isso, no momento não escreverei sobre filmes e deixarei, em um curto período de tempo, em segundo plano. Obrigado desde já e gostaria que acompanhasse cada vez mais minhas análises e se possível comentassem sobre a séries, minhas escritas ou qualquer outra coisa que deseje.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Red Band Society 1x2

Red Band Society 1x2
Segundo episódio mantem a qualidade do fantástico piloto. Agora foi ampliado as tramas de cada personagem e aos poucos está sendo criada da temporada.
Esse episódio possui três sub tramas, sendo a mais fraca dos próprios médicos, sendo a Jackson como a médica temida pelos pacientes e colegas. As outras duas como foco ficaram Kara e Leo, ambos passando por problemas pessoais.
Direção continua impressionando; destaque fica pela rima visual no final do capitulo e pela conversa de Kara com a Emma, cena que utilizou da última por reflexo no espelho, mostrando a distância das duas.
Infelizmente o episódio possui falhas que não poderão ser ignoradas; roteiro não ficou no mesmo nível do seu antecessor, narrativa em off somente serviu para explicar o que estava acontecendo ou reapresentar algum personagem; A utilização do “tempo mental” foi ruim no primeiro episódio, mas nesse segundo conseguiu ser ainda pior por nem complementar a estória sendo contada.
Carisma dos personagens ainda continuam, série também permanece leve, mas nunca esquecendo a doença dos personagens e nunca utilizar a doença para força emoções, por isso ainda vale muito a pena acompanhar Red Band Society. Esperar que continua com a qualidade e que não seja cancelada.
(4 de 5 estrelas)