quinta-feira, 26 de junho de 2014

ORGULHO E PRECONCEITO


                    ORGULHO E PRECONCEITO
         Algumas obras já foram adaptadas tantas e tantas vezes que mais uma adaptação, em um preconceito, dá a ideia de ser desnecessária. Isso poderia ter acontecido facilmente com a adaptação de Orgulho e Preconceito de 2005, dirigido pelo Joe Wright (já transposta para filmes e séries televisivas em muitas ocasiões), mas o que ocorre é uma adaptação ousada, autoral e cheia de vida, que após terminar o filme dará vontade de ler o livro de Jane Austen.
         Keira Knightley possui o seu primeiro grande papel de destaque e também o primeiro filme com o diretor Joe Wright (que renderam uma parceria de três ótimos filmes). Knightley está totalmente segura em atuar no papel de Elizabeth Bennet, que possui vários ótimos momentos, sendo uma mulher confiante, esperta, decidida e romântica; todas essas características estão presentes nos cenários do longa-metragem.
         Mas o restante do elenco não perde espaço: Donald Sutherland dá vida ao pai de Lizzie, que consegue alegrar muito ao filme, embora aparecendo pouco. Brenda Blethyn pode ser considerada o alivio cômico, proporcionando ótimas cenas (que nunca se tornam fora de ritmo pela atuação e direção magnificas).
         Joe Wright, como seu primeiro filme, faz um trabalho competente, com maravilhosas cenas em plano sequencias, na maioria das cenas começando pela porta de entrada do salão (parecendo a sensação do telespectador entrando nas festas ou jantares). Ao mesmo tempo o filme tem rimas visuais (por exemplo; a vela mostrando a emoção de Lizzie), que acrescenta muito a experiência.
          Trilha sonora, composta Dario Marianelli, normalmente sendo tocada em piano; consegue trazer vida, e ditar o que está ocorrendo em cena com apenas alguns acordes. Direção de arte e figurino está detalhista ao máximo. Somente notar a residência e as roupas dos Bennet e Bingley para perceber todo o cuidado do filme em transmitir a condição de cada família.
         O Filme merece todo o respeito dos fãs da literatura de Austen como de cinema. Possui vários elementos, que mesmo não sendo achegado ao gênero de romance, vai adorar a experiência que Knightley e Wright conseguem originar para uma obra completa, competente e inteligente.

terça-feira, 24 de junho de 2014

DOMINO – A Caçadora de Recompensa


                            DOMINO – A Caçadora de Recompensa
         Alguns diretores possuem estilos próprios, que em cinco minutos de exibição, já sabemos de quem se trata. Por outro lado, possui outros que desejam ter tanto um estilo que não possui nenhum, faz uma poluição narrativa com tanta informação, é o “estilo” que queria tanto plantar foi embora antes mesmo da pré-produção. Infelizmente isso é Domino – a caçadora de recompensa.  
         Filme conta a história de Domino Harvey (Keira Knightley), filha do ator Laurence Harvey, que decidi virar uma caçadora de recompensa, para sair da monotonia da vida. Durante percurso ela conhece o Ed Mosbey (Mickey Rourke), que a mesma diz ser mentor e o pai que nunca teve presente, e Choco (Edgar Ramírez), melhor amigo é apaixonado por ela.
         Direção de Tony Scott é confusa, utiliza slow motion excessivamente, possui legenda a cada ação do filme (como o telespectador não soubesse o que está ocorrendo) e o filme até o último momento não sabe dizer se deseja ser uma comedia ou um drama. A trilha sonora também mal utilizada passa de música tensa para agitada em segundos, perdendo a tensão completa do filme.
          Não possui nenhuma atuação em destaque, todos os personagens são caricatos, inclusive a Keira Knightley, protagonista do filme, que no começo ao final sempre querendo ser a "badgirl", mas parecendo mais uma patrícia querendo uma ação maior na vida.

         Todos os recursos que o diretor deposita no filme parecem que são feitos mais por acharem legais, porém que não possui nenhuma função narrativa. Caso fossem utilizados em menor proporção, poderia, até se torna uma boa experiência, mas infelizmente parece uma obra de um diretor iniciante que está encantado pelas tantas narrativas que o cinema possui; e fica confuso em decidir o que fazer. 

domingo, 22 de junho de 2014

HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE – PARTE 2

              HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE – PARTE 2
         Sem dúvida Harry Potter merece elogios, uma franquia começando com histórias infantis que aos poucos vai madurecendo por causa dos seus fãs. Uma franquia que durou 10 anos com oito filmes incríveis, que nunca esqueceu o seu mundo fantástico, mas sempre deu o destaque para os seus personagens.
         É complicado analisar o filme de um final de série sem levar em conta o que aconteceu até aquele momento, mas no caso de Harry Potter e as Relíquias da morte Parte 2 é pior, pois, tanto primeira como a segunda se completam; ambos é um único filme.
         Contudo, logico, possui diferenças, primeira é a ação do filme. Não para nenhum momento explicando a magia que os personagens estão usando, onde eles estão indo, quem são os personagens da escola, o que o grupo de amigos está perseguindo; são detalhes que a série já explicou em alguma parte dos sete filmes é não volta a repetir, focando totalmente nos fãs da série do bruxinho (ou bruxo).
         Além de possuir ótimas cenas de ação, impulsionada pela ótima trilha sonora, filme desvenda o maior mistério da série. Já mencionei isso nas minhas criticas, mas preciso repetir: a J K Rowling teve total controle da sua obra para conseguir segurar o maior mistério da série, mostrando detalhes e justificando comportamento de um personagem - através de um flashback -, que só merece elogios.
         Desde a Ordem da Fênix foi plantado uma narrativa mais sombria, sem humor que constava nos filmes de a pedra filosofal, câmara secreta e no cálice de fogo. Contudo nessa nova longa metragem em alguns momentos volta esse humor, no filme que não poderia ter voltado, pois estamos no final da saga, perto da maior batalha que é prometida desde o primeiro livro e filme, mas o humor alojado e perde a tensão que era necessária ter para o final da franquia.

                  Com belíssimas cenas da própria batalha, dos relacionamentos dos personagens e, principalmente, a cena final. Vai agradar quem acompanhou o Harry Potter desde o inicio. Filme não é o melhor da franquia e é até inferior ao seu antecessor, mas possui uma qualidade que impressionam, poucos problemas que o filme possui ficam apagado pela competência que Harry Potter teve durante esses mágicos oito filmes. 

sábado, 21 de junho de 2014

HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE – PARTE 1


HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE – PARTE 1 
         “Harry Potter e as relíquias da morte – parte 1” pode se dizer que o filme funciona como pausa para o grande evento do próximo filme, afinal, antes da tempestade possui um período de calmaria.
         Filme não possui mais um prologo, como os anteriores, já começa, praticamente, após os eventos do filme anterior. Harry não vai voltar para a Hogwarts, pois foi dominada por Voldemort e a única forma de acabar com ele são conseguindo as seis partes do Horcruxes. Por isso Harry, Rony e Hermione vão atrás das peças, que a primeira parada fica no ministério, para depois combater o Voldemort.
         Depois de escaparem do ministério, o filme possui um novo ritmo, sai das perseguições sem pausa, que estava inclusa desde o inicio da projeção, para uma “calmaria”, que funciona para fechamento de uma série, sempre colocada no penúltimo capitulo. Nessas cenas possui, talvez, as melhores cenas do trio de amigos, brigas, conversas, volta ao passado e uma fantástica dança entre Harry Potter e Hermione Granger, funciona como fortalecimento entre eles, pois cada um precisa lavar a roupa suja antes da grande batalha. Rony precisa acreditar mais nele próprio e perde o ciúme que possui do amigo; Hermione, a mais madura dos três, precisa esquecer o passado; e o Harry Potter precisa confiar mais nos amigos.
         Pela primeira vez na franquia, o filme não se passa em Hogwarts, somente no final do filme que os personagens voltam escola. Mas a direção de arte do filme continua incrível com locais destruídos e sem vida, e quando Harry visita a sua casa, onde seus pais foram mortos, e Hermione visita onde passou sua infância com os pais ambos os locais estão coberto com neve, mostrando que são mais bem recebidos naqueles lugares.
         David Yates virou um ótimo diretor para final da franquia, enquanto os outros filmes tinha um alivio cômico mesmo no cenário sombrio, Yates gosta desse cenário, deseja que o público se assuste com o novo ambiente plantado pela franquia, anseia que o telespectador tenha medo Voldemort. É por isso a alteração mostra a evolução da série; primeiros filmes alegres; depois sombrios, mas com alívios cômicos e agora a fase David Yates.
         Com um figurino simples do trio principal na maioria do filme, principalmente nas cenas que mencionei acima, se aproxima muito do mundo que vivemos, por isso será difícil algum fã da franquia não chorarem nas cenas da pré-despedida da série, principalmente na minha cena favorita, dança entre Hermione e Harry. 

         Falta somente mais um filme para terminar uma história de dez anos de magia, quadribol, poções e principalmente amizade. O próximo da série merece um final em alto nível, o mínimo que espero da série.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

HARRY POTTER E O ENIGMA DO PRÍNCIPE



                         HARRY POTTER E O ENIGMA DO PRÍNCIPE
         Não é de hoje que Rowling tem completo controle da sua criação. Consegue trabalhar muito bem o universo criado. Enquanto muitas séries de livros ou filmes possui uma quantidade excessiva, Harry Potter não possui nenhum livro ruim por enrolar a trama. Por isso quando chega o momento do penúltimo livro não tem como errar, melhor história até o momento.
         Nesse novo filme o relacionamento de Dumbledore e Harry Potter ficou maior. Desde o inicio do filme, o diretor de Hogwarts não vê mais um menino encantado por conhece a escola, agora até confia no jovem rapaz para algumas tarefas importantes: A principal e descobrir o segredo do ex-professor, Horácio Slughorn, que também deu aula para o Voldemort.
         O roteiro do filme começa dar mais foco aos personagens, com isso a que até então estava esquecida pela série, Gina Weasley, ela começa entrar como futuro interesse amoroso do bruxo, carregando o peso do herói em alguns momentos, mostrando uma personagem bem mais forte do que seus irmãos.  Mas não é o único casal da série; Rony e Hermione também estão presente, primeira vez na série possui cenas claras de relação dos dois.
         Quadribol também volta nesse filme, alias acrescentando muito para a trama. Entretanto acredito que será a última cena do esporte que vimos na franquia cinematográfica, os próximos dois filmes será difícil volta dessa atividade.
         Outros dois grandes pontos ficaram pela fotografia do filme, poderá ser considerada a melhor até então e a belíssima composição para o filme, acertando muito bem o ritmo, tanto nas cenas leves como nas cenas tensas.
         Em “Harry Potter e o enigma do príncipe” termina com uma morte de um personagem importantíssimo, mas que precisa parti para o crescimento do herói, porém com a morte dele se torna o terceiro filme seguido com perda de personagem no final da projeção, mostrando o quanto a série amadureceu ao passar dos anos.

         Já tanto inicios de termino da franquia, Harry Potter não mostra nenhum desgaste com a quantidade de filmes, muito pelo ao contrario, cada vez melhores. Agora só falta um livro para o termino da série, mas a magia dela continuara para sempre na história do cinema.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

PIRATAS DO CARIBE – A MALDIÇÃO DO PÉROLA NEGRA




                PIRATAS DO CARIBE – A MALDIÇÃO DO PÉROLA NEGRA

         Piratas do Caribe – A maldição do pérola negra é um típico filme para assistir com toda a família, filme diversão que a Disney sempre fez. Poderia parecer que filme é bobo e não possui história com esse comentário, mas o filme é fantástico, divertido é após termina-lo ficara com a música tema na cabeça e Jack Sparrow na mente.
         História dividiu em três personagens principais, embora Johnny Depp seja o que mais será lembrado. William Turner (Orlando Bloom) trabalha como ferreiro, quando criança foi encontrado num navio afundado e é apaixonado pela Elizabeth Swann (Keira Knightley), filha do governador, que é raptada pela tripulação do pérola negra. Turner vai resgatar sua paixão e com isso pede a ajuda de Jack Sparrow (Johnny Depp), o pirata que não têm tripulantes e nem navio e ex-capitão do pérola negra.
         Filme possui ótimos atores, mas Depp com certeza ficou com o maior destaque com personagem imprevisível, bêbado e extremamente inteligente. Uma atuação única dele (que infelizmente até hoje o ator continua a repetir, mesmo em outros filmes). Keira Knightley e Orlando Bloom também estão ótimos nos papeis, mas em uma proporção inferior ao companheiro.
         Mas não é apenas Sparrow que vive Piratas do Caribe, possui outro elemento tanto importante quanto o personagem; trilha sonora. Trilha sonora do filme impressiona, cada lugar e grupo de piratas possui música diferente que serão difíceis de serem esquecidas. Detalhe para a música tema e a música do grupo de piratas do pérola negra.
         Com um roteiro dinâmico, mas pouco ousado, conta sempre com cenas de comedia, mas não como apenas alivio cômico, porque o filme é cômico. Caso o filme fosse para outro caminho poderia se perde completamente, mas pela falta de ousadia e saber qual material estava em mãos conseguiu fazer esse filme alegre, com momentos de tensão e terror.
Possui todos os ingrediente para um bom filme, ótimas atuações, trilha sonora que ficara na sua cabeça, história divertida e efeito visuais no nível do longa metragem. Vale muito assistir o filme que possui uma das melhores atuações de Depp, ainda com o elenco de peso que não decepcionar.

VAMOS FALAR DE KEIRA KNIGHTLEY

VAMOS FALAR DE KEIRA KNIGHTLEY
No mês, além de ter crítica de todos os filmes de Harry Potter, também terá de oito filmes de Keira Knightley. Não é nenhuma das grandes atrizes da atualidade, mas possui um carisma e bons filmes que comentarei nesse mês, nas terças e quintas feiras.

Ordem dos filmes:    
     Piratas do Caribe – A Maldição do Pérola Negra
Domino
Orgulho e Preconceito
Piratas do Caribe – O Baú da Morte
Piratas do Caribe – No Fim do Mundo
A Duquesa

HARRY POTTER E A ORDEM DA FÊNIX


                             HARRY POTTER E A ORDEM DA FÊNIX
         Com o final de Cálice de Fogo, com morte de personagem e a aparição de Voldemort, já ficava claro que o próximo filme poderia ser o mais sombrio da série, sem com os toques de Humor implantado pelo seu antecessor. O filme pode não ser o mais sombrio, por causa do O Prisioneiro de Azkaban, mas nele os dias que Harry que ficava encantado com o universo dos bruxos e a escola de Hogwarts; ficaram para trás.
         Aliás, a primeira cena, Harry no parque sem nenhuma emoção já é a primeira dica que o personagem está crescendo.  Agora, nem os tios de Potter conseguem ter o humor de outrora.
         A trama dessa vez; o Harry Potter conhece a ordem da Fênix, uma organização secreta que foi fundada pelo Dumbledore para derrubar o Voldemort, essa organização também tinha os pais de Harry e o padrasto como participante. No mesmo tempo os jornais culpam Sirius Black pelas mortes e ataques com o ministério, ignorando Voldemort e chamando o Harry Potter de mentiroso, “quando o rapaz dizia que ele tinha voltado”, no filme anterior.
         Nessa longa metragem mostra a verdadeira intenção da criadora de Harry Potter queria com os livros e filmes. Aos poucos a Rowling coloca suas ideias no seu projeto que antigamente era infantil e agora é infanto-juvenil, mas que sempre esteve presente, só que em outra proporção.
         Certo momento Harry Potter diz para o seu padrasto que não se sente mais a vontade com Hogwarts e a escola não aparece mais a mesma. Bom; logo a sequencia mostra que ele estava certo: a nova professora, que também é funcionaria do ministério, colocam regras de repreensão nos alunos, que até a “certinha” da Hermione não concorda.
         Filme possui um ótimo efeito visual (como já era de esperar da franquia), mas com alguns tropeços, o irmão de Hagrid, não possui expressão e com certeza fica abaixo de outro feito do mesmo filme. Entretanto, cena como a batalha final entre Dumbledore e Voldemort é de encher os olhos.
Capitulo serviu muito bem para mostrar os outros personagens da série, que até então não tinham muito espaço, afinal, acredito, que serão necessários para as próximas sequencias.

         Com uma direção “OK”, que não trás nenhuma evolução para a franquia, mas não vai decepcionar o fã da saga. O Filme terá ótimos momentos e uma história que ainda tem sinais de crescimento, contudo já começamos perceber que está perto do seu fim. 

quarta-feira, 18 de junho de 2014

HARRY POTTER E O CÁLICE DE FOGO

HARRY POTTER E O CÁLICE DE FOGO
         Cálice de fogo mistura momentos divertidos e alegres dos dois primeiros filmes e a escuridão de “O Prisioneiro de Azkaban”, o resultado e ótimo, mas abaixo do filme anterior.
         Algumas mudanças já são sentidas no filme: É o primeiro filme da saga do bruxinho a não ter os tios de Harry, se tornando uma ótima ideia, afinal, os tios dele foram para introdução no primeiro capitulo, a parti disso, apenas foi para ocupar tempo em tela. Outra mudança é que nesse filme não tem o campeonato de “quadribol”, foi substituído pelo torneio de Tribruxo (parecido com olímpiadas escolares). Com isso Hogwarts, escola foi escolhida sede dos jogos, recebem duas outras escolas de outra parte do mundo para participação.
         O grande problema dos jogos é que Potter foi o quarto participante, sendo que eram três; é pior, ele somente possui quatorze anos, sendo que a idade mínima é acima de dezessete. Com isso, Dumbledore decidi que o garoto continue participando dos jogos, para o mesmo descobrir quem deseja a participação de Harry e o motivo.
         Nessa continuação permanecem os efeitos visuais incríveis, já estabelecidos pela série. Detalhes ficaram com a copa de quadribol, mostrada no começo da projeção, e a primeira tarefa do campeonato de tribruxo.
         Em planos fechados o filme continua cenários alegres, mas só ter um plano aberto para mostrar o mesmo cenário sombrio do terceiro filme. Chuva continua muito presente, não na mesma proporção do anterior, mas ainda muito utilizada.
         Mas ao contrario do Prisioneiro de Azkaban, em nenhum momento (tirando o último ato), filme fica sombrio. Quando possui alguma cena que poderia ir para esse lado já tem algum humor construído na sequencia, normalmente com algum aluno.
         Com uma ótima sequencia final; que pela primeira vez, após quatro livros e filmes, mostra o vilão Voldemort, e acontece primeira batalha contra Harry. Após a batalha o filme possui o desfecho mais dramático dos quatro filmes, que só não possui um final deprimente, por constar uma cena esperançosa e positiva com amizade dos três personagens principais.

         Inferior ao anterior, que era mais emotivo, mas superior aos dois primeiros filmes; Harry Potter e o cálice de fogo continua a saga com competência e fidelidade da sua obra original, é ainda consegue promete uma sequencia melhor do que essa apresentada. 

terça-feira, 17 de junho de 2014

HARRY POTTER E O PRISIONEIRO DE AZKABAN

                        HARRY POTTER E O PRISIONEIRO DE AZKABAN
         Um dos motivos de Harry Potter ser o maior fenômeno cultural desse século; e os personagens envelhecerem junto com o próprio telespectador, assim fica fácil cada criança e adolescente se aproximar dos personagens. Contudo, não adianta os personagens ficarem cada vez mais velho quando a trama continua sendo infantil, simples e personagens sem profundidade. Por isso o Prisioneiro de Azkaban merecem méritos, filme troca os temas bem humorados para cenas mais sombrias, com toda a certeza se torna o filme mais maduro da série; até agora.
         O grande mérito por essa troca de ambiente foi substituição do direto para Afonso Cuarón. Logo de inicio da longa metragem já tem com identificar as alterações feitas; O ambiente sempre com chuva, neve, nuvens carregadas e arvores sem folhas, até mesmo os figurinos dos alunos, começaram a utilizar o preto. Mas o filme, embora com ambiente sombrio, não se torna realmente um filme sombrio, somente mais maduro. Universo que Rowling criou, alunos e professores da escola continuam os mesmo. Embora constar o filme mais “Dark”, o filme nunca tenta assustar o telespectadores. Numa cena que Potter e Hermione estão sendo perseguido pelo lobisomem e ambos estão andando de costa no plano fechado, Afonso poderia querer tentar assustar o publico, mas o mesmo abre a tela para mostrar o lobisomem aos poucos. Sabia decisão, afinal, ainda trata da franquia Harry Potter.
         Afonso Cuarón virou uma grande surpresa, sempre colocando metáforas e rima visuais durante o filme: Numa das primeiras cenas o Harry Potter não sabe para onde ir, é senta perto do parque; noutra olhando o reflexo sem vida na janela do trem; terceira cena, a minha favorita, sempre Potter estar perto de relógio, antes mesmos do personagem viajar pelo tempo com a Hermione. Cuarón colocou a sua assinatura no filme, é sem duvida nenhuma virou a melhor direção até o momento.

         Com atuações melhores, do trio principal, e a ideia corajosa de alterar o ritmo da narrativa, num terceiro filme, Harry Potter consegue criar a melhor obra até o momento, mas nunca perdendo a competência das anteriores. 

segunda-feira, 16 de junho de 2014

HARRY POTTER E A CÂMARA SECRETA

                        HARRY POTTER E A CÂMARA SECRETA
         Primeiro filme da série, Harry Potter, se tornou um grande sucesso, com isso, logo saia continuação que consegue superar o primeiro filme em todos os aspectos. Aos poucos conhecemos mais o universo e os maravilhosos personagens de Rowling.
Nesse segundo filme possui, praticamente, a mesma cena inicial: Harry na casa dos tios, que não possuem nenhuma empatia por ele, ao máximo tenta impedir a felicidade de Harry, ignorando completamente a presença e o novo mundo dele. Mas com algumas diferenças, que são muito bem vinda para essa segunda parte; primeiro o universo da série já estava criado; segundo toda a introdução da ida para a escola foi uma aventura a parte, totalmente diferente do primeiro filme (graça a Rowling), foi inclusa nos primeiros minutos um simpático personagem, Dobby, elfo domestico, e um carro voador, guiado pelo seu amigo Rony, para sair da casa onde ele não é bem vindo.
         Já na escola, descobrimos que foram quatro bruxos que fundaram a Hogwarts, mas um desses bruxos, Salazar Sonserina (Claro), não gostaram da entrada de sangue ruim (filhos de país trouxas), por isso cria a câmara secreta, que possui um terrível animal que matara todos aqueles que não são puros.
         Embora essa segunda parte seja maior do que a primeira (com duas horas e quarenta minutos), ela é muito menos cansativa. Os eventos na escola estão melhores trabalhados, agora percebemos o tempo passando. Mistério do que é a Câmara secreta? O que tem nela? Quem está petrificando os alunos? É muito melhor adaptada, levando completamente o foco do filme.
         É impressiona detalhes que foram contados nesse segundo filme: como a criação da escola ter sido feita por quatro bruxos, o símbolo da escola de Sonserina ser uma serpente, porque o mesmo sabia falar a língua delas. Embora sendo detalhes simples mostram que Rowling tem completa mão da sua criação e aos poucos saberemos mais sobre a escola e o Voldemort.
         Esse segundo filme concerta todos os pequenos erros do primeiro, é somente fica uma única falhar, o tempo de tela de Gina, irmã caçula de Rony. Uma personagem tão importante para a trama, mas fica poucos minutos em tela.
Durante o filme, Harry Potter sempre se questiona se era para estar na escola de Sonserina, já que foi a primeira escolha do chapéu seletor, é com isso teria grande chance de se torna um Bruxo como Voldemort. Essa ideia será trabalha, provavelmente, até o final da série e estou ansioso para saber a conclusão dela, pois a introdução foi perfeita.

         

domingo, 15 de junho de 2014

HARRY POTTER E A PEDRA FILOSOFAL

                                HARRY POTTER E A PEDRA FILOSOFAL
         Harry Potter não é a maior franquia do cinema por acaso, adaptado da obra literária (do mesmo nome) que também possui a maiores vendas da história. O livro conta a trajetória de um menino que no final da sua infância é toda a sua adolescência é enviada para uma nova escola, Hogwarts, para meninos bruxos. Praticamente todo o ano era lançado um livro e um filme, cada livro se passava um ano da vida do personagem. Por isso, caso você viveu o período escolar na mesma época desses personagens com toda a certeza se identificou com o universo.
         Não vou dizer sobre a trama, afinal será difícil não ter ouvido falar dela, então vamos pular para a parte da narrativa.
         Filme se passa em episódios, isso se torna cansativo ao passar do tempo, mas, por causa disso, também trás os principais acontecimentos do livro. Contudo, o pior problema da adaptação ficou com a transação do tempo, no livro o leitor percebe sem nenhum esforço o período do ano que estava ocorrendo, no filme somente percebemos quando está em época especifica do ano (exemplo; halloween e natal).
         Enquanto a transação do tempo é o pior do filme a direção de arte é a melhor coisa dele. Com ótimos detalhes do livro transportados para as telas. Localização dos lugares, vestimentas dos personagens e até as próprias caraterísticas de cada um dos personagens consta idêntico ao livro.

         O primeiro filme foi bem adaptado (nenhum fã da saga do bruxinho vai se decepcionar com a obra), porém está longe de ser perfeita. Eu espero que ocorram melhoras na transação de tempo e no foco da narrativa nos próximos filmes, para aí sim ficar no mesmo nível e magia da fantástica obra literária de J K Rowling.          

Projeto Harry Potter

Decidi começar um novo formado. Agora vou dizer quais os filmes que terá critica no blog, para ficar mais simples a visualização, e também fazer em forma de tema e esse mês será a saga de filmes de Harry Potter.
         Harry Potter foi a maior franquia em bilheteria do cinema. Durante dez anos, 8 filmes foram adaptados de 7 livros - sendo que o último em duas partes -, de forma fiel e competente.

         Agora somente aguardar os textos que serão publicado, o primeiro é claro, “Pedra Filosofal”.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Orange Is the New Black 2ª temporada critica de série

ORANGE IS THE NEW BLACK – SEGUNDA TEMPORADA 
         Se a primeira temporada foi surpresa do ano passado tendo uma ótima trama, embora sendo pouca ousada. A segunda consegue provar que entra nas melhores séries da atualidade, com a mesma qualidade da temporada anterior, contudo com o roteiro mais amplo, corrigindo os poucos erros do primeiro ano e fechamento de temporada para ninguém colocar defeito.
         Logo no primeiro episódio, todo focado na protagonista, mostra os primeiros indícios da trama do segundo ano, “certo é melhor do que o errado?”. Durante o ano com vários exemplos as ideias são trabalhadas é cada vez mais a Piper está convicta que embora sendo educada para fazer sempre o certo; o errado, muitas vezes, possuem melhores resultados.
         Nessa temporada são inclusos novos personagens Vee e So so são as duas novas personagens com maiores participações. Vee é antiga presidiaria e a “vilã” da temporada, Red já a conhece é sabe que não pode confiar nela e aos poucos também percebemos isso. So so pode ser considerada o alivio cômico da temporada, possui ideias anarquista (com poucos conhecimentos) e não cala a boca (nem no sexo). Ambas contribuem muito bem para os episódios, cada uma na sua devida proporção.
         Também foram fechados alguns arcos que ficaram abertos na temporada anterior. Mendes volta na metade da temporada, para uma pequena participação, não fica muito tempo em ação, mas consegue proporcionar ótimos momentos (detalhe para a primeira participação no epilogo do oitavo episódio e a primeira participação do nono episódio).
         O final do episódio oito, além da volta de Mendes, também é a prova que a série consegue utilizar humor e drama. No final do capitulo descobrimos que a Vó de Piper morreu, momento mais dramático da temporada, mas logo em sequencia a série passa para epilogo totalmente humorado. Acredito que o episódio terminaria melhor sem o epilogo, porém foi tão bem utilizado e piada foi muito boa, fica difícil criticar.
         Nesse segundo ano também ficou mais critica a série. Desde a utilização da verba da diretora da prisão para a campanha politica do marido, falta de importância dos funcionários e protestos sem conhecimentos, mas sempre mostrando de maneiras sutis.
         Piper ainda continua protagonista da série. Como já mencionei que a ideia da temporada seria a mudança de Piper de fazer o errado em vez do certo. Durante o ano foi construído essa mudança de opinião com grande qualidade, desde o primeiro episódio, a morte da vó, perda do ex-noivo para a sua melhor amiga e trair a Alex, amor da sua vida, somente para beneficio próprio. Enquanto na temporada anterior a Piper vez uma escolha “ruim” para se defender, na segunda temporada ela faz uma escolha consciente, embora ainda sinta o peso dela.
         Mas a série não foi somente maravilhas; a principal perda foi da personagem Alex, participando apenas de alguns episódios (tomara que ela volte para a terceira temporada com maior quantidade episódios). Mas nada que vai estragar a experiência, pois a saída da Alex é muito bem contada.
         O maior problema da temporada anterior foi utilização dos flashbacks, a maioria não acrescentava a trama e o tempo deles era muitos longos. Contudo nesse ano foram bem utilizados; todos os flashbacks acrescentaram na história do episódio e até da temporada, foram utilizados em menores proporções e também tiveram ligações entre eles.

Uma temporada incrível e novamente foi uma surpresa para mim, afinal, esperava uma ótima temporada, assim como a primeira, mas não em tão alto nível. Já ficaram alguns indícios para a trama do terceiro ano, mas infelizmente precisarei aguardar mais um ano para assisti-lo.


 

sexta-feira, 6 de junho de 2014

CLÁSSICOS FILMES


BONEQUINHA DE LUXO 
Lembro-me da primeira vez que assisti ao filme, tinha achado regular, mas com uma das melhores atuações feminina e com uma bela trilha sonora. Depois de algum tempo revendo percebi que estava errado, é sim um filme perto da perfeição: graça a trilha sonora, música tema (“Moon River”) e a direção de Black Edwards. Acredito que atuação de Audrey Hepburn é tão magistral, que faz o restante do filme ser apagado, embora o restante do filme esteja no lugar certo e praticamente tudo esteja acima da média. Audrey, com sua simplicidade e beleza, consegue fazer uma personagem apaixonante apenas tomando café numa joalheria.
          Filme começa com uma das melhores cenas, Holy tomando o seu café da manhã olhando a joalheria Tiffany, junto com fantástica cena inicia a canção que dá vida ao longa, Moon River - somente com essa cena já consigo ficar com um sorriso no rosto.
         Filme sempre fica muito próximo do publico, não parece que seja Paul conhecendo a Holy, e sim a gente. No principio assistimos a Holy, uma mulher elegante, confiante, inteligente e sorridente. Depois percebemos quais são os sonhos, seus medos e falhas, tudo isso sempre com a graça de Hepburn. Notasse quando Paul percebe que Holy já tinha sido casada, a expressão de Paul foi mesma que a minha na primeira vez que assisti.
         Outro grande acerto do filme foi o figurino dela e a direção de arte, dizem muito sobre ela. No inicio do filme sempre vestindo roupas elegantes, mas quando está com seu único amigo sempre está com roupas mais simples e confortadas; precisamos de tempo para conhecer a Holy e mais tempo ainda para conhecer suas verdadeiras roupas. A casa dela representa os pensamentos da mesma, vazia e desarrumada. Quando ela deseja casar com Silva e vai mudar para o Brasil sua casa fica arrumada, porém sem sua personalidade, sem seu toque que somente Paul consegue perceber.
         Incluindo momentos simples, mas memoráveis, como Holy cantando Moon River, bonequinha de luxo virou um clássico do cinema. O filme pode constar com personagens desnecessários, contudo fica longe de estragar a experiência. Será difícil assistir e não se apaixonar pelo filme e pela Holy Golightly.